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Aumento de mortes

Sobe para 25 o número de mortes por coronavírus no Brasil, país já tem 1.546 casos confirmados

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil subiu para 25. Já o de casos confirmados da doença aumentou para 1.546, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado neste domingo, 22.

22/03/2020 19h01Atualizado há 2 semanas
Por: Vanderlei Filho
Foto/Reprodução
Foto/Reprodução

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil subiu para 25. Já o de casos confirmados da doença aumentou para 1.546, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado neste domingo, (22/03).

O estado de São Paulo continua sendo o que mais registrou mortes, com 22 óbitos. Na sequência, aparece o Rio de Janeiro, com três mortes.

Em relação aos casos confirmados da doença, o Sudeste é o registrou maior número, com 926 doentes pelo novo vírus. Logo atrás aparece o Nordeste, com 231 casos confirmados, o Sul, com 179 casos, o Centro-Oeste, com 161 e por fim, o Norte, com 49 casos. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a Covid-19 poderia ser mais uma gripe forte se as ocorrências fossem distribuídas ao longo do ano e já houvesse vacina.  "Como nós não temos - e ninguém tem imunidade (vacina) - isso está acontecendo de uma maneira abrupta e vai levar muita gente ao mesmo tempo ao sistema de saúde. É como se você tivesse uma geladeira da sua casa e todo o quarteirão precisasse da sua geladeira para guardar alguma coisa: não cabe."

Por outro lado, o ministro afirmou que apenas 15% das pessoas que serão contaminadas deverão precisar de internação. Ele espera que o Brasil tenha menos casos graves porque a base da população é jovem.

"Quase metade da população não vai pegar essa gripe. Porque, se metade entrar em contato com o vírus, a outra metade estará protegida", disse Mandetta. "Da metade que vai entrar em contato, mais da metade não vai nem ter sintoma. Vai simplesmente desenvolver anticorpo, ele pega só um resto de vírus", completou.

"Dos que tiverem sintoma, quase 85%- e eu acho que no Brasil, nesse ponto, os estudos vão mostrar... eu acho que, como a gente tem uma base populacional jovem, acho que nosso comportamento vai ser melhor frente ao vírus", afirmou. "Acho que a gente pode ter um grande cordão imunológico, com menos casos graves. Dos 15% que vão ter sintoma, a grande maioria terá sintomas leves. E uma minoria vai necessitar de internação hospitalar", disse.

 

 

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