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Suspensão

ACM Neto determina suspensão de eventos religiosos e fechamento de mercados municipais

Ao anunciar novas medidas para o enfrentamento da pandemia, prefeito informou que lojas de conveniência também não poderão vender bebida alcoólica avulsa

23/03/2020 11h06
Por: Valeria Alves
Foto: Matheus Morais/bahia.ba
Foto: Matheus Morais/bahia.ba

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), publicará um decreto em que suspenderá a realização de eventos religiosos na capital a fim de evitar aglomerações e uma possível transmissão em massa decorrente do novo coronavírus.

Em entrevista coletiva em que anunciou de novas medidas para o enfrentamento da pandemia, ACM Neto também informou que determinará o fechamento dos mercados municipais de Itapuã, Cajazeiras, Bonfim, Liberdade e no Largo Dois de Julho (Mercado das Flores), além da proibição de venda avulsa de bebidas alcoólicas em lojas de conveniência de postos de combustíveis.

As medidas valerão a partir de quarta-feira (25/03).

“Nós estamos em contato com as igrejas. Eu tenho conversado com os líderes religiosos e, a partir de quarta-feira, a prefeitura também vai começar o processo de fiscalização, podendo interditar e cassar o alvará de funcionamento também dos templos religiosos”, disse o prefeito.

O chefe do Palácio Thomé de Souza afirmou que espera contar com a compreensão dos líderes religiosos.

“Eu falo isso com muita tranquilidade, porque todos sabem que eu sou um homem de muita fé. Sou um homem religioso, com formação familiar, por convicção pessoal. Mas, agora todos, têm que ajudar, e os líderes religiosos precisam nos ajudar nisso.

Sobre o fechamento dos mercados municipais, ACM Neto diz que esse tipo de segmento não comercializa produtos essenciais.

“Os mercados que continuam comercializando produtos essenciais vão continuar funcionando. Exemplo: o nosso mercado de Periperi. O mercados que comercializam alimentícios vão continuar funcionando”, disse.

Lojas de conveniência

Segundo ACM Neto, as lojas de conveniência de postos de combustíveis também serão proibidas a vender bebida alcoólica durante o período de enfrentamento da crise da Covid-19.

“Estamos tomando a decisão de proibir a comercialização de bebida alcoólica para que as lojas de conveniência se adequem [sic] às mesmas regras válidas para bares, restaurantes e supermercados”, explicou o prefeito.

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