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‘Jamais cometi ou cometeria nenhum crime’, diz PC Siqueira em retorno a web

O caso do youtuber segue em investigação pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, da Divisão de Proteção à Pessoa do DHPP

27/11/2020 14h51
Por: Valeria Alves
Foto/reprodução
Foto/reprodução

O influenciador PC Siqueira foi duramente criticado por seu retorno ao YouTube nesta semana. Investigado e acusado de pedofilia nas redes sociais, o rapaz se pronunciou pela primeira vez sobre os ataques que recebeu desde que voltou as funções na plataforma.

Em um longo texto, PC diz que ficou calado por muito tempo por recomendação dos advogados. O rapaz diz que não fez nada de errado e tem interesse em colaborar com as investigações para provar sua inocência.

“Desde o início, sempre estive à disposição irrestrita da Justiça, colaborando com a elucidação absoluta dos fatos. Acredito e confio no trabalho de todos os órgãos e agentes públicos e tenho a total certeza de que, muito em breve, tudo será esclarecido e poderei me comunicar de forma mais livre. Eu não estou fingindo que nada está acontecendo e ninguém está ‘passando pano'”.

O youtuber se desculpou pelo sumiço e disse que está impossibilitado de falar sobre qualquer aspecto do processo devido ao sigilo de Justiça.

“Desculpem-me por isso, mas infelizmente é uma obrigação a mim imposta por lei e por meus advogados. Nada obstante, uma coisa é certa e deve ser repetida: Eu, Paulo Cezar, jamais cometi ou cometeria nenhum crime como os quais falsamente me imputaram. Dessa forma, estou, como sempre estive, colaborando dia e noite para que, bastante em breve, a verdade venha à tona e tudo seja devidamente esclarecido à Justiça, sendo essa falsa imputação de crime desmentida de uma vez por todas pelos órgãos oficiais. Reafirmo que confio integralmente no trabalho do Poder Judiciário e da Polícia Civil do Estado de São Paulo e que estou à inteira disposição dos órgãos competentes, que muito em breve provarão que nada tenho a ver com qualquer crime que seja”.

O caso de PC segue em investigação pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, da Divisão de Proteção à Pessoa do DHPP.

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