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IMUNIZAÇÃO

Estados deverão receber vacinas até quatro dias após aval da Anvisa, diz Pazuello

Ministro da Saúde não especificou uma data para dar início ao plano de vacina, mas estimou que a vacinação comece no dia 20 deste mês

12/01/2021 09h58
Por: Valeria Alves
Foto/reprodução
Foto/reprodução

Os estados brasileiros deverão receber as vacinas contra a Covid-19 três ou quatro dias após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A garantia é do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Na segunda-feira (11/01), o ministro esteve em Manaus (AM), onde anunciou medidas de enfrentamento ao coronavírus. O estado mais uma vez em oito meses está com o sistema de saúde superlotado, devido à alta de casos e mortes decorrentes da doença, Pazuello não deu uma data para início da imunização dos brasileiros, dizendo apenas que a vacinação vai comerçar no que chamou de “dia D” e “hora H”.

“No primeiro dia que chegar a vacina, ou que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia já estará nos estados e municípios para começar a vacinação no Brasil. A prioridade está dada. É o Brasil todo. Vamos fazer como exemplo para o mundo”, afirmou.

Pazuello estimou que, se as vacinas em análise pela Anvisa – CoronaVac (Instituto Butantan) e a de Oxford/AstraZeneca (Fiocruz) – foram aprovadas no prazo de dez dias, a vacinação pode vir a começar no dia 20 deste mês. No final de semana, o Ministério da Saúde já havia informado que todas as doses da vacina contra o coronavírus serão distribuídas exclusivamente pelo SUS, para todos os estados e de forma simultânea. A vacinação, no entanto, não será obrigatória.

O ministro informou ainda que cada estado e municípios deverão se responsabilizar pelo ambiente de vacinação, deixando as salas prontas para a campanha de imunização. O Plano Nacional de Imunização (PNI) atribui ao Ministério da Saúde apenas a logística, levar os imunizantes às unidades da federação.

Segundo Pazuello, foram contratados 354 milhões de doses de vacinas. Neste mês de janeiro deverão ser aplicadas 6 milhões de doses da CoronaVac e 2 milhões da vacina de Oxford/AstraZeneca, mediante liberação da Anvisa. Estas últimas precisarão ser importadas da Índia.

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