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BBB-21

Gil chora ao falar de Juliette e diz que torcidas precisam se controlar

Gil do Vigor, do "BBB 21", se emocionou no "Encontro com Fátima Bernardes"

10/05/2021 19h08Atualizado há 1 mês
Por: Saulo Santos
Foto/Reprodução
Foto/Reprodução

Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor, do "BBB 21", foi o convidado especial do "Encontro com Fátima Bernardes" de hoje. Relembrando os momentos vividos no reality show da TV Globo, ele se emocionou quando viu cenas ao lado da campeã Juliette. Nas palavras dele, os dois tiveram uma relação "sincera" no programa;

Ju é maravilhosa, gosto muito dela, ela sabe. A gente não tem nada pendente, pelo menos da minha parte. A gente teve aquele desencontro porque ela estava sempre me alertando, mas eu tinha uma visão e ela outra, um ciúme, e eu briguei com ela, mas um não votava no outro.

Contra o ódio

 Fátima Bernardes também usou um vídeo do discurso de Gil no "BBB Dia 101" para trazer o assunto do ódio, que foi sentido por ex-participantes do lado de fora da casa. "Eu deixei muito claro que meu foco no programa era conseguir voz. Eu sou da cachorrada, mas tem coisas que são importantes. Eu queria ter voz porque muita gente como eu, que grita e não tem quem ouça. Eu falei: 'Preciso ir na Globo, porque quando eu for, as pessoas vão me ouvir.' Gente, é um jogo, são pessoas que erram. Todo mundo tem seu calcanhar de Aquiles. Elimina, com 100% se for preciso, mas saiu, acabou", considerou. "Essa parte das torcidas precisa ser controlada, as pessoas precisam entender.

Maior erro

Encerrando sua análise sobre o jogo, Gil elegeu seu "maior erro" dentro do "BBB 21": "Eu tinha intuições, mas não conseguia seguir. Por exemplo: eu queria colocar a Viih [Tube] no paredão, mas não coloquei. Eu me perdia na minha intuição. Então, olhando agora, se eu voltasse para o programa um dia, eu conseguiria ponderar o coração e a razão, porque minha intuição é muito boa", disse.

Educação

Defensor da educação, Gil aproveitou sua participação no "Encontro" para usar seu exemplo para inspirar outros jovens.

Sempre foi difícil e minha mãe falava que nós precisávamos derrubar uma barreira e que era só o ensino que ia possibilitar isso. Eu queria muito ter talento no esporte, mas não tinha. Meu talento era no estudo mesmo. Eu via que, através da educação, eu poderia conseguir coisas que eu nem imaginava. Sempre tive muito desejo de mudar de vida e de conseguir voz. [...] A pobreza também afeta vários fatores, não só a sua capacidade de estudar.

 

 

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